12 de dezembro de 2016

Novos consagrados a Jesus por Maria



           Promovida pelos Cooperadores de Nossa Senhora da Sáude, dos Arautos do Evangelho, realizou-se na Igreja de Santa Rita de Cássia, em São Paulo, uma cerimônia de Consagração a Jesus pelas mãos de Maria, segundo o método de São Luiz Maria Grignion de Montfort.
           Os neo-consagrados participaram de um intensivo curso de preparação ministrado por cooperadores arautos durante várias semanas, que culminou com a celebração da Eucaristia pelo Frei Willian Micheleto, agostiniano.
           Durante a Santa Missa, o sacerdote presidiu a cerimônia em que 25 fiéis pronunciaram e firmaram a fórmula de consagração, recebendo em seguida os distintivos. Também foram abençoados individulmente pelo sacerdote.
           O Coral Regina Angelorum do mesmo Sodalício, abrilhantou a cerimônia, portando consigo a imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria, que presidiu o ato.






A maravilhosa história de Nossa Senhora de Guadalupe




              Pensa-se geralmente que João Diego era um indígena “pobre” e de “baixa condição social”. Contudo, sabemos hoje, por diversos testemunhos, que ele era filho do rei de Texcoco, Netzahualpiltzintli, e neto do famoso rei Netzahualcóyolt. Sua mãe era a rainha Tlacayehuatzin, descendente de Moctezuma e senhora de Atzcapotzalco e Atzacualco. Nestes dois lugares João Diego possuía terras e outros bens de herança.
             A este representante das etnias indígenas do Novo Mundo, a Mãe de Deus apareceu há quase quinhentos anos, trazendo uma mensagem de benquerença, doçura e suavidade, cuja luz se prolonga até nossos dias.
             Para compreendermos a magnitude da bondosa mensagem de Nossa Senhora, devemos transladar-nos ao ambiente psico-religioso daquele tempo.
             De um lado, as numerosas etnias que habitavam o vale de Anahuac, atual Cidade do México, haviam vivido durante décadas sob a tirania dos astecas, tribo poderosa, dada à prática habitual de sangrentos ritos idolátricos. Anualmente, sacrificavam milhares de jovens para manter aceso o “fogo do sol”. A antropofagia, a poligamia e o incesto faziam parte da rotina de vida desse povo.
             Os dedicados missionários, chegados ali com os conquistadores espanhóis, viam a necessidade imperiosa de evangelizar aquela gente, extirpando de modo categórico tão repugnantes costumes. Entretanto, os maus hábitos adquiridos, a dificuldade do idioma e, sobretudo, um certo orgulho indígena de não aceitar o “Deus do conquistador” em detrimento de suas divindades, tornavam difícil a tarefa de introduzir nesse ambiente a Luz do mundo.
             Deus Nosso Senhor, todavia, em sua infinita misericórdia, querendo que todos os homens “se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Tim 2, 4), preparava uma maravilhosa solução para esse impasse.


Nossa Senhora aparece a São João Diego 

            Em 9 de dezembro de 1531, João Diego estava nos arredores da colina Tepeyac, na atual Cidade do México. Repentinamente, ouviu uma música suave, sonora e melodiosa que, pouco a pouco, foi-se extinguindo. Nesse momento escutou ele uma lindíssima voz, que no idioma nahualt o chamava pelo nome. Era Nossa Senhora de Guadalupe.
            Depois de cumprimentá-lo com muito carinho e afeto, Ela lhe dirigiu estas palavras cheias de bondade: “Porque sou verdadeiramente vossa Mãe compassiva, quero muito, desejo muito que construam aqui para mim um templo, para nele Eu mostrar e dar todo o meu amor, minha compaixão, meu auxílio e minha salvação a ti, a todos os outros moradores desta terra e aos demais que me amam, me invoquem e em mim confiem. Neste lugar quero ouvir seus lamentos, remediar todas as suas misérias, sofrimentos e dores.” Em seguida, Nossa Senhora pediu a João Diego que fosse ao palácio do Bispo do México, e lhe comunicasse que Ela o enviava e pedia a construção do templo.
            Sem hesitar, o “mensageiro da Virgem” foi entrevistar-se com Dom Luís de Zumárraga, e contou-lhe o que havia acontecido. Mas o Bispo não lhe deu crédito e mandou-o voltar outro dia.

Segunda e terceira aparições

            Nesse mesmo dia, ao pôr-do-sol, João Diego, pesaroso, foi comunicar a Nossa Senhora o fracasso de sua missão. Com encantadora inocência, pediu a Ela que escolhesse um embaixador mais digno, estimado e respeitado. A Mãe de Deus lhe respondeu: “Escuta, ó menor de meus filhos! Tem por certo que não são poucos os meus servidores, meus mensageiros, aos quais Eu possa encarregar de levar minha mensagem e fazer minha vontade. Mas é muito necessário que vás tu, pessoalmente, e que por teu intermédio se realize, se efetive meu querer, minha vontade. E muito te rogo, filho meu, o menor de todos, e firmemente te ordeno, que vás amanhã outra vez ver o Bispo. E de minha parte faze-o saber, faze-o ouvir o meu querer, a minha vontade, para que este a realize, faça meu templo, que lhe peço. E outra vez dize-lhe que eu, pessoalmente, a sempre Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, te envio.”
             No dia seguinte, depois de assistir à Missa, João Diego voltou a procurar o Bispo Dom Zumárraga, que o recebeu com atenção, porém mais céptico ainda, dizendo-lhe ser necessário um “sinal” para demonstrar que era realmente a Rainha do Céu que o enviava. Com toda naturalidade, o indígena respondeu que sim, ia pedir à Senhora o sinal solicitado.
             Ao cair do sol, como das vezes anteriores, apareceu a João Diego Nossa Senhora, radiante de doçura. Ela aceitou sem a menor dificuldade conceder-lhe o sinal pedido. Para isto, convidou-o a voltar no dia seguinte.


Ele foge, Ela vai ao seu encontro
             Todavia, na segunda-feira, dia 11, João Diego não se apresentou à hora marcada. Seu tio, João Bernardino, caiu repentinamente doente, e Diego tentou todos os recursos medicinais indígenas para curá-lo. Foi em vão. Quando o enfermo percebeu a aproximação da morte, sendo já cristão fervoroso, pediu a seu sobrinho que lhe tentasse trazer um sacerdote.
             Pressuroso, João Diego saiu ao amanhecer do dia 12 em busca do confessor. Mas decidiu tomar um caminho diferente do habitual, para que a “Senhora do Céu” não lhe aparecesse, pois pensava:“Ela vai me pedir satisfação de sua incumbência e não poderei buscar o sacerdote.” Mas sua artimanha não funcionou. Para seu espanto, a Mãe de Deus lhe apareceu nesse caminho. Envergonhado, João Diego tratou de se desculpar com fórmulas de cortesia próprias do costume indígena: “Minha jovenzinha, filha minha, a pequenina, menina minha, oxalá estejas contente.” E depois de explicar-Lhe a enfermidade de seu tio, como causa de sua falta de diligência, concluiu: “Rogo-te que me perdoes, que tenhas ainda um pouco de paciência comigo, porque com isso não A estou enganando, minha filha pequenina, menina minha. Amanhã sem falta virei a toda pressa.”
              Ao que lhe respondeu Nossa Senhora, com bondade e carinho próprios à melhor de todas as Mães: “Escuta, e põe em teu coração, filho meu, o menor: o que te assusta e aflige não é nada. Não se perturbe teu rosto, teu coração; não temas esta enfermidade, nem qualquer outra enfermidade e angústia. Não estou eu aqui, tua Mãe? Não estás sob minha sombra e minha proteção? Não sou eu a fonte de tua alegria? Não estás porventura em meu regaço? Tens necessidade de alguma outra coisa? Que nenhuma outra coisa te aflija, nem te perturbe. Não te assuste a enfermidade de teu tio, porque dela não morrerá por agora. Tem por certo que já sarou.”


Sinal para o “Mensageiro da Virgem
           Assim que ouviu essas belíssimas palavras, João Diego, muito consolado, creu em Nossa Senhora.
           Mas era preciso cumprir a missão. Qual era o sinal? Ela lhe ordenou subir à colina de Tepeyac e cortar as flores que ali encontrasse. Esse encargo era impossível, uma vez que lá nunca elas nasciam, e menos ainda nesse tempo de inverno. Mas Diego não duvidou. Subiu a colina e no seu cume encontrou as mais belas e variadas rosas, todas perfumadas e cheias de gotas de orvalho como se fossem pérolas. Cortou-as e as guardou em sua tilma (o poncho típico dos índios mexicanos). Ao chegar  mbaixo, João Diego apresentou as flores a Nossa Senhora, que as tocou com suas mãos celestiais e voltou a colocá-las na tilma.
            “Filhinho meu, o menor, esta variedade de flores é a prova e sinal que levarás ao Bispo. Tu lhe dirás de minha parte que veja nela a minha vontade e que ele tem de cumpri-la. Tu és meu embaixador, no qual absolutamente deposito toda a confiança. Com firmeza te ordeno que diante do Bispo abras tua manta e mostres o que levas.”
            João Diego se dirigiu novamente ao palácio de Dom Zumárraga. Depois de muito esperar e insistir, os criados o deixaram chegar à presença do Bispo. O “Mensageiro da Virgem” começou a narrar todo o sucedido com Nossa Senhora e em certo momento estendeu sua tilma, descobrindo o sinal. Caíram as mais preciosas e perfumadas flores e, no mesmo instante, estampou-se milagrosamente no tecido a portentosa Imagem da Perfeita Virgem Santa Maria Mãe de Deus, que se venera até hoje no Santuário de Guadalupe.

            Dia 12, festa de Nossa Senhora de Guadalupe
                   Revista Arautos do Evangelho-Leonardo Barrazzas

7 de dezembro de 2016

Maria Imaculada



A esta criatura dileta entre todas, superior a tudo quanto foi criado, e inferior somente à humanidade santíssima de Nosso Senhor Jesus Cristo, Deus conferiu um privilégio incomparável, que é a Imaculada Conceição.

                O vocabulário humano não é suficiente para exprimir a santidade de Nossa Senhora. Na ordem natural, os Santos e os Doutores A compararam  ao sol. Mas se houvesse algum astro inconcebivelmente mais brilhante e mais glorioso do que o sol, é a esse que A imaculada Conceiçao comparariam. E acabariam por dizer que este astro daria d'Ela uma imagem pálida, defeituosa, insuficiente. Na ordem moral, afirmam que Ela transcendeu de muito todas as virtudes, não só de todos os varões e matronas insignes da Antiguidade, mas - o que é incomensuravelmente mais - de todos os Santos da Igreja Católica.

                Imagine-se uma criatura tendo todo o amor de São Francisco de Assis, todo o zelo de São Domingos de Gusmão, toda a piedade de São Bento, todo o recolhimento de Santa Teresa, toda a sabedoria de São Tomás, toda a intrepidez de Santo Inácio, toda a pureza de São Luiz Gonzaga, a paciência de um São Lourenço, o espírito de mortificação de todos os anacoretas do deserto: ela não chegaria aos pés de Nossa Senhora.
                 Mais ainda. A glória dos Anjos é algo de incompreensível ao intelecto humano. Certa vez, apareceu a um santo o seu Anjo da Guarda. Tal era sua glória, que o Santo pensou que se tratasse do próprio Deus, e se dispunha a adorá-lo, quando o Anjo revelou quem era. Ora, os Anjos da Guarda não pertencem habitualmente às mais altas hierarquias celestes. E a glória de Nossa Senhora está incomensuravelmente acima da de todos os coros angélicos.

8 de Dezembro, Festa da Imaculada Conceição de Maria.  
Continue lendo o que nos diz Mons. João Clá Dias, Superior Geral dos Arautos do Evangelho.  

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5 de dezembro de 2016

Arautos de Fortaleza promovem Consagração a Nossa Senhora



              A Casa São José, sede dos Arautos em Fortaleza, viveu no último domingo, Festa de Nossa Senhora das Graças, um de seus mais abençoados dias. Mais um grupo de devotos de Maria Santíssima se consagrou a Jesus Cristo, a Sabedoria Encarnada, pelas mãos virginais da Rainha do Céu e da Terra. A cerimônia de consagração, realizada durante Missa celebrada pelo Pe. David Francisco, EP reuniu um grande número de fieis e familiares daqueles que se uniram mais proximamente a Nossa Senhora.


 (clicar sobre as fotos para vê-las em tamanho maior)






A era marial profetizada por São Luís Maria Grignion de Monfort

              No mais célebre de seus escritos, São Luís Maria Grignion de Montfort (1671-1716) ensinou a verdadeira devoção à Santíssima Virgem, isto é, a escravidão de amor a Ela. Uma entrega total a Nossa Senhora, a fim de, por Ela, pertencermos inteiramente a Jesus Cristo.
              Animado de ardoroso carisma profético este grande apóstolo marial previu – duzentos anos antes das aparições de Fátima – que, ao ser conhecida e posta em prática a devoção por ele ensinada, o reino da Mãe de Deus estaria implantado na Terra. Em outros termos, antevia ele o triunfo do Imaculado Coração de Maria, por Ela prometido em 1917.
              Por isso, exclama o Santo:
              “Ah! Quando virá este tempo feliz em que Maria será estabelecida Senhora e Soberana nos corações, para submetê-los plenamente ao império de seu grande e único Jesus? Quando chegará o dia em que as almas respirarão Maria, como o corpo respira o ar? Então, coisas maravilhosas acontecerão neste mundo, onde o Espírito Santo, encontrando Sua querida Esposa como que reproduzida nas almas, a elas descerá abundantemente, enchendo-as de seus dons, particularmente do dom de sabedoria, a fim de operar maravilhas de graça. Meu caro irmão, quando chegará este tempo feliz, esse século de Maria, em que inúmeras almas escolhidas, perdendo-se no abismo de seu interior, se tornarão cópias vivas de Maria, para amar e glorificar Jesus Cristo? Esse tempo só chegará quando se conhecer e praticar a devoção que ensino. Ut adveniat regnum tuum,
adveniat regnum Mariae (Que venha o Reino de Maria, para que assim venha o Reino de Jesus
Cristo)!”
 (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, Vozes, Petrópolis, 1961, pp. 210-211).

27 de novembro de 2016

A Medalha Milagrosa



            Em 27 de novembro de 1830, a Virgem Imaculada aparecia na capela da Casa-Mãe das Filhas da Caridade, em Paris.
            Eram por volta de cinco horas e meia da tarde. Em profundo silêncio, a Irmã Catarina Labouré fazia sua meditação. De repente, ela ouviu um ruído como o frufru de um vestido de seda, vindo do lado da Epístola. Levantou os olhos e deparou com a Santíssima Virgem Maria, resplandecente de luz, trajando um vestido branco e um manto branco-aurora. Os pés da Mãe de Deus pousavam sobre a metade de um globo; suas mãos seguravam outro globo, que Ela oferecia a Nosso Senhor com uma inefável expressão de súplica e de amor. Mas eis que esse quadro vivo se modifica sensivelmente, figurando o que foi depois representado na Medalha Milagrosa. As mãos de Maria, carregadas de graças simbolizadas por anéis radiosos, emitem feixes de raios luminosos sobre a terra, mas com maior abundância num ponto.

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20 de novembro de 2016

O Rei do Universo



                     A Igreja Católica comemora nesse Domingo "Cristo, Rei do Universo".

            Ouça as palavras do fundador dos Arautos do Evangelho, Mons. João Clá Dias
                   
 Acesse AQUI (vídeo)
                    

7 de novembro de 2016

Como Deus adverte os fiéis


       
             No penúltimo Sábado, o arauto Sr. Sérgio Ueda proferiu interessante palestra para membros do Sodalício da Sagrada Família, da capital paulista. O tema desenvolvido versou sobre as profecias e a nossa época.
             Asseverou, com base em Santo Agostinho, que Deus pune neste mundo os pecados coletivos, enquanto que os individuais podem ser castigados aqui ou na eternidade. Entretanto, na sua infinita bondade Ele envia previamente os profetas, que advertem, clamando pela emenda da vida, para haver o perdão, como mostram as Sagradas Escrituras. Entre os exemplos, teceu considerações sobre Noé e o dilúvio universal, bem como sobre a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra, narrados no livro Genesis.
             Vários fatos da era cristã foram também abordados, como a atuação de santos, suscitados por Deus para admoestarem os homens, culminando com as aparições da Santíssima Virgem Maria, em Fátima, no ano de 1917, e suas profecias
              No entanto, quando os homens cooperam com a graça de Deus, são as maravilhas da História que se realizam, como a conversão do Império Romano e a civilização cristã da Idade Média, pois não há o que derrote um povo virtuoso, que verdadeiramente ama a Deus.


4 de novembro de 2016

O dom de Sabedoria

             No último Sábado, os cooperadores do Sodalício Nossa Senhora da Saúde, da capital paulista, puderam apreciar uma interessante palestra sobre “O dom de Sabedoria”, proferida pelosacerdote arauto Pe. Jorge Manoel, orientador espiritual dos Arautos do Evangelho em Portugal.


              Sobre o tema tratado seguem algumas reflexões:
              Sábio, pela definição filosófica clássica, é quem conhece e julga as coisas pela razão natural, por suas últimas e mais altas causas. Entretanto,quando alguém as julga por instinto divino, possui o
dom sobrenatural de sabedoria.
              É próprio deste dom do Espírito Santo conceder à alma uma visão profunda de todas as realidades, segundo o prisma divino. Por isso, pode acontecer que uma alma simples e ignorante, sem estudos teológicos, possua “pelo dom de sabedoria um conhecimento profundíssimo das coisas divinas que pasma e maravilha aos mais eminentes teólogos”.
             Tal foi o que sucedeu, por exemplo, a Santa Joana d’Arc, ante seus pérfidos juízes; ou a Santa Bernadete e aos Pastorinhos de Fátima, ao serem inquiridos sobre a veracidade das aparições de Nossa Senhora, em Lourdes e em Fátima.
               E como tudo no universo criado tem uma estreita relação com seu Criador, até mesmo as mínimas coisas, se são contempladas à luz da sabedoria,nos manifestam sua ligação com Deus.
               Sendo este dom infundido no Batismo, é possível a qualquer cristão encontrar nos pequenos acontecimentos do dia a dia as lições que o Altíssimo deseja transmitir-lhe.
               Deus, que tem todo o universo nas mãos, nos derrama com abundância suas graças. Nós, todavia, como temos as nossas vistas postas nas coisas deste mundo, não vemos a imensidade destas graças em torno de nós e fixamos nossa atenção apenas nas coisinhas corriqueiras da vida concreta.
               Em nosso tempo hodierno, onde prevalecem a correria e o poder do dinheiro, a mentalidade do homem se prende ao palpável e ao programado, fruto de uma concepção ateu-prática da existência, em  que tudo funciona sem Deus.
               Quando acontece algo inesperado, uma desgraça qualquer, todos procuram uma explicação natural e um modo humano para resolver. Não há lugar para a sabedoria em seus domínios…
               Devemos levantar voo com as asas espirituais que Deus nos concede para nos beneficiarmos de suas graças: é só parar, olhar para Ele, aproximarmo-nos e pedir.

1 de novembro de 2016

Novos Cooperadores em Cuiabá



            Casais que consonaram com o carisma dos Arautos também podem ser membros, são os Cooperadores, também conhecidos como Terciários. Mais do que por palavras, a propagação do Evangelho deve ser feita pelo exemplo de uma vida cristã em todas as atitudes diárias, no lar, no ambiente profissional e social. À isso são chamados os novos Terciários recebidos no dia de Nossa Senhora Aparecida, foram 20 os investidos dos símbolos da instituição, a cerimônia solene encheu de júbilo a todos, especialmente aos membros anteriores.
            Com o coração abrasado rezamos a Mãe Aparecida por eles e suas famílias, que possam unidos a Mons. João Clá levar adiante a obra dos Arautos do Evangelho.


31 de outubro de 2016

Amigos e intercessores



           Nos dois últimos finais de semana o arauto Antonio Oliveira Queiroz brindou os cooperadores do Sodalício Nossa Senhora da Saúde, da capital paulista, com duas interessantes palestras, em que o tema principal foi a existência dos Anjos e sua hierarquia celeste.
 


           Segue um apanhado do assunto para conhecimento de nossos caros leitores:

         Temos sempre junto a nós intercessores e amigos que, em qualquer necessidade ou tribulação, nos defendem e nos auxiliam para alcançarmos o termo final de nossa missão. Quem são eles?
          Em sua infinita bondade e misericórdia para com o gênero humano, Deus destinou para cada homem um Anjo da Guarda, que constantemente lhe vela e cuida: "Aos seus Anjos Ele mandou que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão em suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra" (Sl 90, 11-12).
          Sim, ele é nosso companheiro nesta vida e na eternidade. Entretanto, é um amigo discreto que, apesar de quase nunca se revelar como tal, admoesta, ensina, ajuda e inspira de muitas maneiras: ora por uma aguilhoada na consciência, ora por um conselho, ora pela sensibilidade a algum fenômeno natural. Basta uma condição: sermos sensíveis às suas moções.

    Organizados de forma hierárquica em nove coros
         Mas, quem são os Anjos? São espíritos puros, inteligentes, cheios da graça divina desde o início de sua existência na aurora da primeira manhã da criação. Dotados de inteligência e vontade, "são criaturas pessoais e imortais", que "superam em perfeição todas as criaturas visíveis".
          São Tomás de Aquino ensina, com base nas Escrituras, estarem eles distribuídos e ordenados em nove coros: "Isaías fala dos Serafins; Ezequiel, dos Querubins; Paulo, dos Tronos, das Dominações, das Virtudes, das Potestades, Principados; Judas fala dos Arcanjos, enquanto o nome dos Anjos está em muitos lugares".
          Não julguemos, todavia, que no interior dos coros angélicos reina uma monótona uniformidade. Os Anjos são tão diferentes entre si que cada um deles pode ser considerado uma espécie única. E são de tal modo numerosos, afirma Dionísio, "que ultrapassam o deficiente e limitado campo de nossos números físicos".
          Estes sublimes espíritos organizam-se de forma hierárquica, constituindo uma como que corrente ou escada que se dirige para o alto. Quanto mais elevada a posição nela ocupada, maior é o conhecimento de Deus. Contudo, isto não é causa de tristeza aos que ocupam posições inferiores, porque as capacidades, apetências e glória de todos são satisfeitas de maneira plena pelo próprio Criador, na visão beatífica. Não há entre eles, portanto, "sentimento de infelicidade. Pelo contrário, as qualidades dos Anjos que lhes são superiores constituem para eles motivo de admiração".
          Quanto a nós, homens e mulheres,  dispomos individualmente de um príncipe da corte celeste que nunca nos abandona, por mais que sejamos culpados ou passemos por terríveis situações. Ele é um fiel guardião pronto a inclinar-nos ao bem ou comunicar-nos a vontade divina. Porém, é respeitoso e quer nossa colaboração e atenção às suas inspirações.
                                       (Ir. Rita de Kássia Carvalho Defanti da Silva-Arautos do Evangelho)

25 de outubro de 2016

O primeiro santo brasileiro




           Sempre voltado para o bem dos outros, Frei Antônio de Sant'Ana Galvão é um modelo para os cristãos brasileiros.

          Dia 25 de outubro celebramos a festa de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, o nosso Frei Galvão. Ele é o primeiro santo brasileiro e foi canonizado pelo pelo papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil (São Paulo) no dia 11 de maio de 2007.

          As "pílulas" de Frei Galvão
          Entre as numerosas graças recebidas pela intercessão de Frei Galvão destacam-se, pela simplicidade e pela maravilhosa confiança na Mãe de Deus que encerram, as pílulas miraculosas.
          Esse costume tão característico de nosso Santo - ininterruptamente seguido por  milhares de fiéis desde quando ele era vivo até os dias de hoje - comprova, pelas graças e feitos portentosos que opera, não ser uma mera crença popular. A Irmã Célia Cadorin explica a origem das pílulas.

          Diz a história que certo dia apresentaram a Frei Galvão um moço com muitas dores, sem poder expelir uns cálculos renais. O santo religioso movido de compaixão, depois de rezar teve uma súbita inspiração. Escreveu em três papelinhos a seguinte frase do ofício da Santíssima Virgem Maria: "Post partum Virgo inviolata permansisti: Dei Genitrix intercede pro nobis", ou seja: "Depois do parto, ó Virgem, permanecestes intacta; Mãe de Deus, intercedei por nós".
          Enrolou os papeizinhos em forma de pílula e deu ao jovem para que os tomasse como remédio.
           Logo depois o moço expeliu um grande cálculo e ficou curado. Mais tarde um homem aflito procurou Frei Galvão, dizendo que sua esposa, que ia dar à luz, estava muito mal. Novamente ele se lembrou do versículo do ofício de Nossa Senhora escreveu, enrolou e mandou as pílulas para a mulher. Depois de tomá-las, ela deu à luz sem nenhum problema.
           Estes e outros fatos se propagaram rapidamente e os pedidos dos célebres papelinhos, ou pílulas, ficaram muito freqüentes.
           Frei Galvão ensinou às irmãs do Recolhimento a fazerem pílulas, de modo que, mesmo em sua ausência, as pudessem dar às pessoas que viessem pedir na portaria do Convento.
           No início as pílulas eram procuradas sobretudo pelas parturientes. Com o tempo, porém, começaram a ser usadas por quem sofria de enfermidades diversas, de modo especial problemas renais, cálculos ou pedras nos rins. E até para a conversão de pecadores. Hoje em dia são solicitadas por homens, mulheres e jovens que nas doenças - principalmente câncer - ou em dificuldades de toda espécie, invocam a intercessão do servo de Deus e as tomam com fé.
                               
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19 de outubro de 2016

O dom de Sabedoria na vida de Plínio Corrêa de Oliveira



               Nos dois últimos fins de semana os arautos-cooperadores do Sodalício Nossa Senhora da Saúde, da capital paulista, foram agraciados com formativas palestras proferidas pelo Prof. Roberto Kasuo. O tema desenvolvido foi “O dom de sabedoria na mente, vida e obra de Plínio Corrêa de Oliveira”, com base na coleção do mesmo nome escrita pelo fundador dos Arautos do Evangelho, Mons. João Scognamiglio Clá Dias.
               O expositor serviu-se de muitos exemplos e até de fatos por ele presenciados nos contatos pessoais com Dr. Plinio, falecido em 1995.




18 de outubro de 2016

São Lucas, Evangelista



                 Queiram ou não os homens, em se tratando de Deus, jamais conseguirá o silêncio encobrir os acontecimentos ou a própria verdade; sobretudo quando Ele próprio deseja a divulgação de seus atos ou intervenções na História. Tal seria que, encarnando-se o Verbo para redimir o gênero humano, ficassem Ele e sua obra relegados ao esquecimento.
                 Assim, apesar de Jesus não nos ter deixado uma só obra escrita, não houve homem algum que tenha sido objeto de tantos comentários, cuja biografia tenha sido tão conhecida e divulgada.
                 Desde o início de sua vida pública, as palavras, ações e milagres do Messias prometido e esperado convulsionaram o cenário político, social e religioso já bastante movimentado daqueles tempos.
                 As multidões ansiavam e até pressentiam que algo novo e grandioso estava para realizar-se naqueles dias. Como sucedeu isto?
         Reconstituir o fio cronológico dos acontecimentos e, a partir daí, reestruturar ordenadamente as circunstâncias que cercaram a vida do Salvador, mesmo antes de seu nascimento como também depois de sua morte, tem sido uma tarefa de grande alcance e levada a cabo com êxito por numerosos autores, ao longo dos séculos. Mas, quem seria capaz de revelar as sábias e especialíssimas intervenções de Deus no curso da História, para criar o clima psicológico e preparar os espíritos com vistas à magna obra redentora? Quiçá somente no dia do Juízo possamos ter uma visão global e minuciosa desse mais belo agir da Providência.
                      São Lucas, sob esse ponto de vista, foi o escritor sagrado mais bem-sucedido. Hoje, dia 18, é dia deste santo evangelista.

Saiba mais:
Mons. João Clá Dias, EP
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11 de outubro de 2016

 Senhora Aparecida, Rainha do Brasil



           No longínquo ano de 1717 uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição foi encontrada no Rio Paraíba. Era Aquela que em seguida veio a receber o nome de Nossa Senhora Aparecida, Rainha do Brasil.
           Os três pescadores, Domingos Alves Garcia, seu filho João Alves e Felipe Pedroso, cunhado de Domingos e tio de João, encontraram a imagem da Virgem. Primeiramente, na rede de João Alves apareceu o corpo da imagem, e depois, mais abaixo, a sua cabeça!
            Felipe Pedroso, por ser o mais velho, levou para casa a imagem diante da qual ele e a família começaram a rezar. Aos poucos o povo começou a afluir em grande quantidade à pequena casa do pescador, a fim de pedir graças e milagres à Virgem que "apareceu" nas águas do rio. Assim começou a devoção à Padroeira do Brasil.
            Nos dias de hoje, quando entramos na sala dos milagres da majestosa Basílica de Aparecida e vemos todas as manifestações de gratidão dos peregrinos e devotos, nos vêm à mente todos os favores que a Mãe da família brasileira concedeu a seus filhos ao longo de quase três séculos....
            Nos momentos de aflições e dificuldades, nas horas tristes e sofridas, Maria sempre ouviu as preces do povo brasileiro.
            Temos a firme convicção de que hoje, mas até do que no passado, a intercessão e o amparo de nossa Padroeira são urgentes e necessários. Peçamos, pois, a Nossa Senhora da Conceição Aparecida que abençõe e proteja a família brasileira para que nela habitem a fé, a esperança e a caridade, e para que ela possa se mirar de exemplo da Sagrada Família de Nazaré.

                                 Saiba mais: AQUI

7 de outubro de 2016

Nossa Senhora do Rosário



          Na última aparição, em outubro de 1917, a Virgem Maria disse por fim o seu nome: "Sou a Senhora do Rosário"; e voltou a lembrar a recomendação já feita antes: "Continuem a rezar o terço todos os dias".

            Foi durante aquela aparição que Nossa Senhora disse às três crianças: " ... Continuem a recitar o Rosário todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz no mundo e o fim da guerra...
           As mensagens transmitidas por Nossa Senhora em Fátima são de proveito para todos nós, rezemos o Santo Rosário; ofereçamos nossas orações  àqueles que mais necessitam, e estaremos alegrando de forma indizível  o Sagrado Coração de Jesus.  
Fator decisivo de grandes vitórias
             Foi, sobretudo, nos momentos de grandes perigos e provações para a Igreja, que o Rosário teve um papel decisivo, propiciou a perseverança dos católicos na Fé e levantou uma barreira contra o mal.
        Ao ver a Europa ameaçada pelos exércitos do império otomano, que avançavam por mar e por terra, devastando tudo e perseguindo os cristãos, o Papa São Pio V mandou rezar o Rosário em toda a Cristandade, implorando a proteção de Nossa Senhora. Ao mesmo tempo, com o auxílio da Espanha e de Veneza, reuniu uma esquadra no Mar Mediterrâneo para defender os países católicos
              A sete de outubro de 1571, a frota católica encontrou a poderosa esquadra otomana no golfo de Lepanto. E apesar da superioridade numérica do adversário, os cristãos saíram triunfantes, afastando definitivamente o risco de uma invasão. Antes de travar-se o combate, todos os soldados e marinheiros católicos rezaram o Rosário com grande devoção.
             A vitória, que parecia quase impossível, deveu-se à proteção da Virgem Santíssima, a qual - segundo testemunho dado pelos próprios muçulmanos - apareceu durante a batalha, infundindo-lhes grande terror.
         No século XVIII, para comemorar a vitória do Príncipe Eugênio de Saboya sobre o exército otomano, devida também à eficácia do Rosário, o Papa Clemente XI ordenou que a festa de Nossa Senhora do Rosário fosse celebrada universalmente.

                                                                      * * * * *

         Hoje, dia 7 de outubro,  a Igreja comemora Nossa Senhora do Rosário.  Conheça mais sobre a devoção e as graças que recebem aqueles que praticam a reza do terço, bem como a história da última aparição de Nossa Senhora em Fátima.
      
Assista ao VÍDEO com palavras de MONS. JOÃO CLÁ DIAS
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5 de outubro de 2016

Visita do encarregado do apostolado dos Arautos de São Domingos



                 Os Cooperadores de Nossa Senhora da Saúde, da capital paulista, tiveram a honra de receber em sua sede social o sacerdote Juan Pablo Merizalde Escallón, EP, encarregado das atividades apostólicas dos Arautos do Evangelho em São Domingos, na América Central.
                Ele celebrou a Santa Missa e participou de um animado convívio com as famílias deste grupo de cooperadores.


4 de outubro de 2016

O mestre do fundador dos Arautos



                  Com base na obra recentemente lançada por Mons. João Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho, sobre “O dom de Sabedoria na vida e obra de Dr. Plínio Corrêa de Oliveira”, o Pe. Caio Newton da Fonseca, EP, proferiu interessante palestra para os cooperadores do Sodalício paulistano de Nossa Senhora da Saúde.
                  A conferência foi precedida pela Celebração Eucarística.


 São Francisco de Assis: Pobreza para os homens, riqueza para Deus



              Eis uma das maravilhas a serem admiradas em Assis: extremos opostos que não entram em conflito, mas se equilibram de forma prodigiosa.

               Ao percorrermos o Velho Continente, não raro encontramos lugares intensamente marcados pelas virtudes das pessoas que ali viveram. Há neles um perfume imponderável de santidade que confere ao ambiente certa unção, um ar de sobrenatural que se irradia até mesmo pela natureza.
               Paradigma disso é Assis, ligada de modo indelével a seu filho mais ilustre: São Francisco.
               Ainda hoje o local convida a imaginar o Poverello passeando pelos aprazíveis campos dos arredores, encantando-se com as belezas naturais e, a partir delas, compondo seu Cântico das Criaturas, no total despego dos bens deste mundo: “Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos Céus!” (Mt 5, 3).
               Como ponto auge desta cidade-relicário, no alto da Collis Paradisi, a Colina do Paraíso, se eleva a imponente basílica que abriga sua sepultura e reflete o espírito deste varão de sóbrio aspecto, inflamado de zelo pela Sagrada Eucaristia.
               Tal como sua alma, o prédio é austero em sua exterioridade, mas esplendoroso por dentro. Em meio à euforia das cores e das luzes que entram tamisadas por magníficos vitrais, seus arcos góticos e sua majestade apontam para o alto, levando o visitante que ali tem a graça de estar a uma atitude de enlevo e adoração “Àquele que se assenta no trono e ao Cordeiro”, e que deve receber “louvor, honra, glória e poder pelos séculos dos séculos” (Ap 5, 13).
               As paredes do templo, repletas de encantadores afrescos, registram inúmeros fatos da vida daquele que, apesar de não se haver considerado merecedor da dignidade sacerdotal, exortava ao amor e à veneração ao Sacramento do Altar. Pregando a pobreza para os homens, São Francisco desejava para o culto toda riqueza e grandiosidade.
              Tem-se a impressão de que o esplendor do templo atende aos rogos do Santo Fundador a seus filhos espirituais: “supliqueis aos clérigos que sobre todas as coisas honrem o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo [...]. Os cálices, os corporais, os ornamentos do altar, tudo quanto pertence ao Sacrifício, tenham como coisas preciosas. E se, nalguma parte, o Santíssimo Corpo do Senhor estiver com muita pobreza abandonado, que eles, como manda a Igreja, O coloquem em lugar precioso e bem guardado”.1
                “Eis uma das maravilhas a serem admiradas em Assis: extremos opostos que nascem dos troncos benditos da Igreja, que não entram em conflito, mas se equilibram de forma prodigiosa, manifestando, pelos fulgores da alma de um Santo, algumas das infinitas perfeições do Criador”. 2

Revista Arautos do Evangelho 142
1  SÃO FRANCISCO DE ASSIS. Primeira Carta aos Custódios, n.2-4. In: Escritos. Braga:
Franciscana, 2001, p.100-101.
2  CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio -Cintilações da alma franciscana. In: Dr. Plinio. São Paulo.
Ano III. N.31 (Out., 2000); p.34.

1 de outubro de 2016

A Santa da "pequena via"


               Na festa de Santa Teresinha do Menino Jesus, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, superior geral dos Arautos do Evangelho,  nos fala sobre a vida desta Santa, e sobre a via de santificação aberta por ela, chamada de "pequena via".

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