30 de agosto de 2016

Consagração a Jesus por Maria em Franco da Rocha


 
             Realizou-se na Paróquia de Cristo Ressuscitado, no município paulista de Franco da Rocha uma cerimônia de consagração a Jesus por Maria, segundo o método de São Luiz Maria Grignion de Montfort.
              Os mais de 100 consagrados frequentaram durante várias semanas um curso preparatório ministrado por Cooperadores dos Arautos do Evangelho do Sodalício Nossa Senhora da Saúde de São Paulo.
              O Pe. Ignácio Montojo, EP, celebrou a Missa e presidiu a Consagração. O Coral Regina Angelorum, do mesmo Sodalício abrilhantou o evento religioso com cânticos especialmente selecionados para a ocasião.

Entrada solene e coroação da Imagem Peregrina
 (clique sobre as fotos)
Celebração Eucarística abrilhantada pelo Coral Regina Angelorum

Ato de consagração 


Foto de lembrança da cerimônia

29 de agosto de 2016

XII Congresso Internacional de Cooperadores dos Arautos



           Em ambiente de muito entusiasmo realizou-se nas dependências do Seminário e Casa de Formação dos Arautos, o XII Congresso Internacional de Cooperadores dos Arautos do Evangelho.
           Provenientes de vários países da Europa e das Américas mais de 1.300 participantes lotaram a igreja e auditório dos Arautos.
           O Congresso teve início com uma Missa solene celebrada pelo Pe. Antonio Guerra, EP.
           O santo Rosário e a Adoração ao Santíssimo Sacramento foram os atos iniciais de cada dia, seguidos de conferências e círculos de reflexão.
           100 novos cooperadores foram oficialmente admitidos em nossas fileiras, recebendo a túnica em cerimônia presidida pelo Pe. Ricardo Basso, EP.


Cortejo de entrada da Imagem Peregrina
 (clique sobre as fotos para vê-las em tamanho maior)
Missa de Abertura do XII Congresso Internacional

Adoração ao Santíssimo Sacramento e Recitação do Rosário

Deslocamentos da Basílica ao Auditório, com cânticos religiosos

Conferências para mais de mil e trezentos participantes

Refeições em clima de muito entusiasmo



Círculos de reflexão após as conferências

Recepção de túnicas por 100 novos cooperadores

Missa de Encerramento do Congresso

Diante da Basílica

Foto final dentro da Basílica

31 de julho de 2016

Santo Inácio de Loyola



             Na célebre abadia de Montserrat, Inácio depõe a espada aos pés da Santíssima Virgem e sua alma generosa, outrora seduzida pela glória mundana, não mais aspira senão pela maior glória do grande Rei que doravante servirá. Na noite da Encarnação, a 25 de Março, depois da confissão de suas faltas, fez a vigília de armas e pela Mãe de Jesus é armado cavaleiro de Cristo e da Igreja militante, sua esposa. Será em breve general da admirável Companhia de Jesus, suscitada pela Providência para combater o protestantismo, o jansenismo e o paganismo renascente.
             A fim de conservar em seus filhos a intensa vida interior que supõe a atividade militante à qual os destina, Santo Inácio lhes dá uma forte hierarquia e lhes ensina, em magistral tratado aprovado pela Igreja, seus Exercícios Espirituais que têm santificado milhares de almas
.


Saiba mais. Acesse aqui

26 de julho de 2016

Programa especial para Cooperadores Arautos

           No último Sábado, os Cooperadores do Sodalício de Nossa Senhora da Saúde, da capital paulista, tiveram seu habitual encontro de fim de semana, participando de um programa que constou de duas Missas, Adoração ao Santíssimo Sacramento, palestra de formação católica, e no final saboroso lanche durante um animado convívio. Desta vez, porém, a convite do Pe.Alex Barbosa de Brito, o local escolhido foi a capela de São Judas Tadeu, na cidade de Caieiras, da qual o sacerdote arauto é o capelão.




25 de julho de 2016

Festa de São Joaquim e Sant`Ana



No dia 26 de Julho a Igreja comemora os avós de Jesus; pais de Nossa Senhora. Deus abençoou o matrimônio, e São Joaquim e Santa Ana, já anciãos, conceberam um filho:
a Imaculada Virgem Maria

Acesse Aqui

Cooperadores dos Arautos em Itapetininga

              Como participantes da novena de Santana -- mãe da Santíssima Virgem Maria --, Arautos do Evangelho e Cooperadores dos Arautos, desta Capital, estiveram presentes na festividade do último domingo, na Paróquia de Santana, em Itapetininga, Estado de São Paulo.
              O ponto central foi a Santa Missa, celebrada pelo Pe. José Luiz de Zayas y Arancibia, EP, sendo realizado o cortejo de entrada por integrantes da Irmandade do Santíssimo Sacramento e as músicas litúrgicas executadas pelo Coral do Sodalício Sagrada Família, de São Paulo, a convite do pároco, Pe. Ademar Bortoleto de Arruda.
              Após a Missa os Arautos e Cooperadores foram convidados para um jantar comemorativo, preparado esmeradamente por uma comissão de paroquianos.



20 de julho de 2016

Santo Elias voltará? Quando?


Festa de Santo Elias, profeta

             Presente na Transfiguração de Jesus Cristo, reatador da aliança de Deus com o povo hebreu, adversário e destruidor do culto pagão de Baal, primeiro devoto de Nossa Senhora, o profeta Elias foi arrebatado vivo num carro de fogo. Onde se encontra? Voltará? Quando? Eis questões candentes a respeito de um dos mais extraordinários personagens da História.

              "E ele, respondendo, disse-lhes: Elias certamente há de vir [antes de minha segunda vinda], e restabelecerá todas as coisas" (Mt 17, 11).
              São palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo a Pedro, João e Tiago, logo após o episódio da Transfiguração. Se aos profetas no Antigo Testamento coube a honra e a glória de anunciar a vinda do Salvador, Santo Elias teve o privilégio de ser anunciado pelo próprio Messias.
              Quando desciam o monte Tabor, o Mestre proibiu aos três Apóstolos contar os fatos ocorridos lá no cimo, até sua ressurreição. Pelo caminho, vinham os discípulos conversando entre si a respeito do sentido da grandiosa cena à qual haviam assistido. Como todo judeu piedoso, acreditavam na necessidade de Elias preceder o Messias. E agora ele aparecera na Transfiguração de Jesus! Seria o começo? Um deles não se conteve e perguntou ao Mestre: "Por que dizem os escribas que Elias ainda há de vir?"
               E Jesus retorquiu com as palavras reproduzidas no início do presente tópico, confirmando a profecia sobre o retorno de Elias para restabelecer a ordem. Quando?

               Informe-se agora, lendo a maravilhosa história deste grande personagem do Antigo Testamento, nas palavras do fundador dos Arautos do Evangelho, Mons. João Clá Dias.
               Acesse Aqui

19 de julho de 2016

Santo Anjo do Senhor, meu fiel guardador



        Os membros do Sodalício de Nossa Senhora da Saúde, da capital paulista, puderam assistir no último Sábado formativa palestra do colombiano Pe. Juan Antonio Vargas. Com muito zelo apostólico desenvolveu o tema: "A ação dos anjos da guarda em nossa vida diária", tendo antes atendido confissões e celebrado a Eucaristia.
 Exposição sobre os Anjos

Reunião preliminar formativa e ensaio do coral 

Celebração Eucarística
 

         A seguir trazemos algumas das considerações feitas pelo sacerdote arauto::
 
        “Grande é a dignidade das almas — exclama São Jerônimo —, quando cada uma delas, desde a hora de seu nascimento, tem um anjo destinado para sua custódia!”
         É muito reconfortante saber que um ser superior à nossa natureza está continuamente a nosso lado; que ele, puro espírito, mantém-se na contemplação incessante de Deus e, ao mesmo tempo, vela por nós, quer-nos todo o bem, e seu objetivo é levar-nos para a felicidade perfeita e infindável do Céu.                       Quando nos damos conta da presença desse incomparável guardião, estabelecemos com ele uma amizade firme e íntima, como descreve o grande escritor francês Paul Claudel: “Entre o anjo e nós existe algo permanente. Há uma mão que, ainda quando dormimos, não solta a nossa. Sobre a terra onde nos encontramos, compartilhamos o pulso e o latejar do coração desse irmão celeste que fala com o nosso Pai”.
                      Se tivéssemos maior confiança nesse celeste protetor, nesse bom amigo que nunca falha — ainda quando dele nos afastamos, por nossa má conduta —, seríamos capazes de recobrar a paz e o equilíbrio dos quais tanto precisamos! 
                       É realmente admirável o fato de cada um de nós possuir um anjo cuja missão específica é favorecer-nos em tudo quanto se relacione com nossa salvação eterna, mas é essa a realidade: Deus “os fez mensageiros de seu projeto de salvação”, afirma o Catecismo da Igreja Católica. E diz São Paulo: “Não são todos os anjos espíritos ao serviço de Deus, o qual lhes confia missões para o bem daqueles que devem herdar a salvação?” (Hb 1,14).
                  Provavelmente, quase todos nós aprendemos em casa, ou nas aulas de catecismo, a clássica oração: “Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, já que a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarda, governa e ilumina. Amém”. Apesar disso, talvez tenha escapado alguma vez de nossos lábios uma pergunta, repassada mais de admiração do que de dúvida: “Então eu tenho mesmo um anjo incumbido por Deus de cuidar de mim?”
                  Desde o início de sua vida até o momento de passar para a eternidade, todo ser humano é cercado pela proteção e intercessão de um anjo designado por Deus para o guiar, proteger e orientar. Assim, cada um de nós tem um Anjo da Guarda.

18 de julho de 2016

Importância da religião em nossa vida



               Recentemente, realizou-se mais um Encontro de Formação Católica na sede do Sodalício Sagrada Família, de Cooperadores dos Arautos do Evangelho de São Paulo. O programa iniciou-se com a Santa Missa, celebrada pelo Pe. Wanderlei Dansiger, EP, que também atendeu no Sacramento da Confissão.
               Em palestra, acompanhada com muita atenção pelos presentes, o arauto Sr. Antônio Saburo discorreu amplamente sobre a prática da religião, reportando-se às advertências de Nossa Senhora nas aparições de La Salete e Fátima. Após explanar sobre a gravidade do pecado original e dos pecados atuais, demonstrou que por infinita bondade, Deus, na pessoa do Filho, se fez homem para pagar pelos nossos pecados.
                O programa encerrou-se com um convívio muito animado entre os participantes.



16 de julho de 2016

O escapulário de Nossa Senhora do Carmo



             Hoje, dia 16, é festa de Nossa Senhora do Carmo, e para nosso incremento espiritual trazemos algumas palavras de Mons. João Clá Dias sobre o escapulário, que nos foi presenteado por esta boa Mãe:

             Dentre todos os "negócios" de que nos ocupamos nesta vida, há um de tão grande importância que deve ser tratado com absoluta prioridade, sob pena de fracassarmos em todos os outros: nossa salvação eterna!
             Certo dia, um repórter resolveu fazer em várias cidades uma pesquisa sobre este assunto. Percorrendo as ruas,  perguntava aos transeuntes: "Você quer ir para o Céu ou para o Inferno?"
             Impactadas, as pessoas respondiam, quase sem refletir: "Claro que quero ir para o Céu!" E tocavam em frente... Alguns, o repórter conseguia reter por mais um instante e fazer a segunda pergunta: "Quais os meios que você emprega para alcançar tão grande felicidade?"
             Resultado da pesquisa: 100% querem ir para o Céu. Porém, menos de 1% se preocupa sobre como fazer para lá chegar!
             São abundantes esses meios. Vamos aqui indicar um dos mais eficazes, que a Mãe de Misericórdia põe à disposição de todos, sem qualquer exceção. Quem se julgar indigno, por ser grande pecador, lembre-se do que disse Jesus: "Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores" (Lc 5, 32).
             Trata-se do uso do Escapulário do Carmo, recomendado por vários Papas e Santos. Um destes, São Cláudio de La Colombière, afirma: "Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação".

              Saiba muito mais sobre esta devoção.

              Acesse:Aqui

30 de junho de 2016

Tarde com Maria em Belo Horizonte



            O Santuário São Paulo da Cruz localizado na capital mineira, acolheu no dia 22 de Maio passado, o evento "Tarde de Louvor com Maria" criado pelo Apostolado do Oratório dos Arautos do Evangelho e realizado por seus integrantes em inúmeras paróquias do Brasil.
            Os Cooperadores dos Arautos do Evangelho de Belo Horizonte participaram ativamente deste apostolado.

Veja o vídeo   Aqui

29 de junho de 2016

A contemplação das maravilhas criadas eleva nossas almas ao Criador


Basílica Nossa Senhora de Fátima, dos Arautos do Evangelho
          No último Sábado os cooperadores-arautos do Sodalício Nossa Senhora da Saúde foram contemplados com uma muito boa palestra proferida pelo Pe. Marcos Faez, EP.  O sacerdote versou sobre a importância da contemplação das maravilhas criadas para a elevação dos fiéis até à Suprema Beleza, que é Deus. Antes da exposição, o religioso atendeu inúmeras confissões e celebrou a Santa Missa.



           Seguem alguns tópicos do tema tratado pelo expositor:

          Uma das formas mais eficazes de atingir o conhecimento amoroso de Deus é, ao contemplar a beleza das coisas visíveis e seus reflexos divinos, voar até Àquele que é a suprema Beleza, em sua plenitude e essência.
          Uma sociedade pragmática e materialista que marginalize Deus, dá pouca relevância ao pulchrum, pois o fato de não elevar suas vistas à contemplação do Criador de todas as coisas, ocasiona esta rejeição.

          O homem que ama a Deus, e se encanta pelas maravilhas do Criador – seja uma flor revestida de simplicidade, ou uma pérola prestigiosa, o mar misterioso, ou ainda um majestoso leão, ou então as miríades de astros do firmamento – tem o anseio de realizar suas “belezas”.
          Em outros termos, “assim como Deus se manifesta na beleza da Criação, também as obras do homem virtuoso manifestam a beleza do bem. Existe, pois, uma relação entre a beleza das coisas materiais e a moral, a virtude e Deus. Essa relação íntima é o fundamento da via pulchritudinis, ou seja, usa a beleza, nas suas mais variadas formas, como meio de união com o Criador e de evangelização, com o fim de levar as almas a Deus, que é a Beleza”.

         Não desprezemos as belezas naturais, antes tiremos delas lições para nossa vida. De fato, elas são um reflexo de nosso Criador e, ao contemplarmos um nascer de sol, bem podemos fazer a seguinte consideração: “Deus, Pai de toda a luz, soberanamente bom e belo, Sua beleza atrai nosso entendimento, para que O contemple, e Sua bondade atrai nossa vontade para que O ame.
          Deus, como Belo, ao encher nosso entendimento de delícias, derrama seu amor em nossa vontade; como Bom, ao encher nossa vontade de seu amor, excita nosso entendimento a contemplá-Lo. O amor nos provoca a contemplação e a contemplação o amor.

28 de junho de 2016

O Apóstolo São Pedro



                 Na solenidade dedicada ao Apóstolo São Pedro, meditemos com Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, o Evangelho desse dia:

             Ao chegar à região de Cesareia de Filipe, Jesus fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:"Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?"
              A cidade na qual se desenvolve o Evangelho de hoje havia sido construída pelo tetrarca Filipe que, para angariar a simpatia do imperador César Augusto, deu-lhe o nome de Cesareia.
              Calcando as pedras da região, foi que se estabeleceu o diálogo durante o qual se tornaram explícitas para os Apóstolos a natureza divina de Jesus e a edificação da Santa Igreja.
              Convém não esquecermos o quanto a divina pedagogia de Jesus escolhia os acidentes da natureza sensível para efeito didático, e assim poderem seus ouvintes ter melhor compreensão das realidades invisíveis do universo da Fé.
              A esse respeito, seriam inúmeros os casos a serem citados, mas basta-nos lembrar o modo pelo qual Ele convocou os dois irmãos pescadores, Pedro e André: "Segui-me e Eu farei de vós pescadores de homens" (Mt 4, 19).
          Não se trata, portanto, de nos basearmos em razões meramente poéticas para supor que o desenrolar dessa conversa verificou-se sobre as pedras; há por detrás, um elevado teor simbólico. Ali estavam rochas que deviam perpetuar-se, e a contemplação dessas criaturas minerais, fruto de sua onipotência, tornava mais bela a solene profecia da edificação de sua indestrutível Igreja.
              Alguns autores ressaltam outro importante aspecto: o fato de Jesus ter escolhido uma região pertencente à gentilidade para manifestar-Se como Filho de Deus e fundar o primado de sua Igreja.Eles interpretam como sendo um prenúncio da rejeição do reino messiânico, pelos judeus, e sua definitiva transferência para os gentios.
              Jesus não pergunta o que pensam os outros a respeito dEle, mas sim do Filho do Homem, "a fim de sondar a Fé dos Apóstolos e dar-lhes ocasião de dizer livremente o que sentiam, embora Ele não ultrapassasse os limites daquilo que poderia lhes sugerir sua santa Humanidade".
              Eles responderam: "Uns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas".
              Os Apóstolos tinham exata noção do juízo que os "homens" de então faziam a propósito do Divino Mestre. Apesar de todas as evidências, dos milagres, da doutrina nova dotada de potência, etc., o povo não O considerava como o Messias tão esperado. Jesus surgia aos olhos de todos como a ressurreição ou o reaparecimento de anteriores profetas. Não encontravam nEle a eficaz magnificência do poder político, tão essencial para a realização do mirabolante sonho messiânico que os inebriava. Daí imaginarem-No o Batista ressurrecto, ou Elias, enquanto mais especificamente um precursor, ou até mesmo um Jeremias, lídimo defensor da nação teocrática.
                Perguntou-lhes de novo: "E vós, quem dizeis que Eu sou?"
                Bem sublinha São João Crisóstomo a essência desta segunda pergunta . Sem refutar os erros de apreciação dos outros, Jesus quer ouvir dos próprios lábios de seus mais íntimos o juízo que dEle fazem. Para lhes tornar fácil a proclamação de Sua divindade, não usa aqui o título humilde de Filho do Homem.
                Tomando a palavra, Simão Pedro respondeu: "Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo".
                Pedro falava como intérprete da opinião de todos, por ser o mais fervoroso e o principal. Chamou a Cristo de Filho de Deus por natureza, quando O contrapôs a João, a Elias, a Jeremias e aos profetas, os quais foram - claro está - filhos de Deus por adoção" .
                Jesus disse-lhe em resposta: "És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu".
                Ao felicitar seu Apóstolo, Jesus avalia a afirmação de Pedro a respeito de sua filiação e, portanto, de sua natureza divina e consubstancialidade com o Pai.
                Em nenhuma ocasião anterior Pedro recebeu tal elogio saído dos lábios do Salvador. Nesta passagem, ele "é feliz porque teve o mérito de elevar seu olhar além do que é humano e, sem deter-se no que provinha da carne e do sangue, contemplou o Filho de Deus por um efeito da revelação divina e foi julgado digno de ser o primeiro a reconhecer a Divindade de Cristo".
               Portanto, a afirmação de Pedro se realizou com base num discernimento penetrante, luzidio e abarcativo da natureza divina do Filho de Deus.
                Essa é a nossa Fé ensinada pela Igreja, revelada pelo próprio Deus, anunciada pelo Filho, o enviado do Pai, e confirmada pelo Espírito Santo.
                Também Eu te digo: "Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno nada poderão contra ela".
 O plano de Jesus é proclamado sobre as rochas de Cesareia, pelo próprio Filho de Deus, que Se apresenta como um divino arquiteto a erigir esse edifício indestrutível, grandioso e santíssimo, a sociedade espiritual, constituída por homens: militante na Terra, padecente no Purgatório, triunfante no Céu. O conjunto de todos aqueles que se unem debaixo da mesma Fé, nesta Terra, chama-se Igreja. Desta, o fundamento é Pedro e todos os seus sucessores, os romanos pontífices, pois, caso contrário, não perduraria a existência do edifício. Eis um ponto vital de nossa Fé: "o fato da Igreja estar edificada sobre o próprio Pedro".
(Extrato de artigo de Mons. João S. Clá Dias)

27 de junho de 2016

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro



            Dos inumeráveis títulos da Mãe de Deus, poucos são tão expressivos quanto o de Perpétuo Socorro. A milagrosa imagem venerada sob essa invocação é rica em simbolismo.

            Haverá alguém que nunca tenha se sentido aflito em horas de dificuldades ou na perspectiva de alguma tragédia? Ou que jamais tenha tido necessidade de uma ajuda, seja ela espiritual, psicológica, afetiva ou material?
            Com toda certeza, não, pois o ser humano, longe de ser auto-suficiente, é contingente por natureza: não tem condições de viver sem apoio de seus semelhantes, muito menos sem a contínua sustentação de Deus, Criador do universo.
             Para esse estado de carência inevitável, Deus nos oferece uma solução infalível: o recurso à sua e nossa Mãe. Daí ser muito apropriado o título de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com o qual se patenteia a certeza do auxílio que Ela nos dá quando a Ela recorremos.
            "Perpétuo Socorro" indica uma fonte de misericórdias que nunca se esgota, jamais se interrompe. "Nunca" significa em nenhum tempo, nenhum lugar, nenhuma circunstância. Por pior que seja a situação, por mais graves e numerosos que sejam nossos pecados, a Virgem Maria quer manter-nos continuamente sob sua insondável proteção e celestial amparo.
             Não é de espantar, pois, que a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro tenha se espalhado por todo o mundo.
             A Igreja Católica comemora hoje sua Festa.

Leia a história desta linda devoção: Aqui